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O que é

De forma geral, os procedimentos mais executados são os de revascularização miocárdica, que consiste na ponte de safena e/ou a mamária, indicados, sobretudo, para vítimas de infarto, entre outras doenças cardíacas.

Após o procedimento cirúrgico, a convalescença é um período que requer medidas especiais, que vão garantir a qualidade de vida da pessoa operada. A fim de evitar recidivas e recuperações demoradas, uma série de exercícios podem ser executados pelo paciente cardíaco.

Esses cuidados devem ser realizados a partir da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), até os seis meses seguintes ao procedimento cirúrgico, dependendo do quadro de progressão apresentado.

Por isso o acompanhamento de profissionais é imprescindível para essa etapa tão decisiva na vida do paciente. 

Primeiras horas

O pós-operatório é o período mais delicado e, não por menos, o que requer mais assistência para o cardíaco. Nas 48 horas que sucedem a operação, o paciente terá todo o aporte de médicos e fisioterapeutas, que farão o monitoramento de todos os parâmetros apresentados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Com a progressão do quadro clínico, o paciente poderá ser encaminhado para o quarto. No primeiro momento a pessoa deve ser estimulada a praticar pequenos exercícios físicos na própria cama. A frequência de caminhadas do paciente ao banheiro, por exemplo, pode ser aumentada gradativamente. Durante o período de internação, que geralmente se dá em poucos dias, a pessoa operada deve ser encorajada a praticar sozinha os hábitos de higiene sem a necessidade de um profissional de enfermagem ou dos acompanhantes. 

Dependo do estado físico, o paciente deverá realizar pequenas caminhadas pelos corredores do hospital, com o auxílio de um profissional de saúde.

Em casa

A alta hospitalar é apenas o término de uma etapa do pós-operatório de cirurgia cardíaca. Na casa do paciente os cuidados com o corpo e o bem-estar devem continuar. A prática de atividade física é certamente a principal recomendação, pois contribui para o controle da hipertensão arterial, diabetes, obesidade e também do desgaste e tensão emocional.  Caso contrário, a pessoa estará sujeita ao sedentarismo, um dos grandes responsáveis por doenças cardíacas, juntamente com a má alimentação que, fatalmente, contribui para recidivas em pacientes que sofreram infarto, entre outros problemas no coração. 

Após duas semanas da cirurgia, pequenas caminhadas diárias são recomendadas, evitando completamente qualquer tipo de grandes esforços. Para o passeio a pessoa tem que estar sempre acompanhada. Com o passar do tempo, a distância pode ser ampliada de forma gradativa. 

Contudo, o praticante só poderá retomar o nível normal de exercícios, como antes da cirurgia, após alguns meses. 

Acompanhamento profissional

Independentemente se o padecimento for causado por infarto ou por qualquer cardiopatia congênita, o pós-operatório de cirurgia cardíaca exige disciplina do próprio paciente. É importante que a recuperação seja assistida regularmente por profissionais da saúde. Por isso mesmo exames periódicos são uma constante nos primeiros meses após a cirurgia.

Mas o mesmo também deve acontecer quando se diz respeito ao tratamento por atividade física. Existem profissionais especializados para esse tipo de recuperação funcional, especialmente para quem se submeteu a um procedimento cardíaco.

Por meio de uma série de treinos cardiorrespiratórios e de fortalecimento muscular, o profissional irá direcionar um programa que atenderá a necessidade específica de cada pessoa. Sendo assim, além do estímulo físico, o paciente poderá prevenir recidivas referentes a doenças cardíacas e irá evitar possíveis complicações pulmonares relativas à operação.

Seguindo rigorosamente cada exercício indicado, ainda mais sob a assistência de profissionais gabaritados, a qualidade do paciente, bem como a saúde do seu coração, será garantida.

Mais Informações

É importante que os pacientes que passaram por pós-operatório de cirurgia cardíaca, bem como seus acompanhantes, sejam sempre acompanhados por profissionais especializados na área durante seu período de pós-operatório, pois disso dependerá sua recuperação e independência no futuro.

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Responsável técnica

Luciana Gardin
Fisioterapeuta Coordenadora
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