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O câncer de pulmão é uma das doenças com maior incidência no mundo todo. No Brasil, é a principal causa de morte por câncer, atingindo homens e mulheres. O número de casos continua aumentando e é cada vez mais importante falar sobre a doença, fatores de risco, opções de tratamento, além de saber como prevenir esse tipo de câncer.

O que é?

O corpo humano trabalha o tempo todo durante a vida de uma pessoa. Uma das funções que ele realiza é a reprodução celular para diversos fins, como reposição das células de defesa. Em geral, essa reprodução acontece normalmente e de maneira estrutural. Em alguns casos, e por diversos motivos, esse processo pode afetar as células e fazer com que elas cresçam de maneira desordenada. Basicamente, é isso que acontece no câncer de pulmão. As células boas são danificadas e começam a se proliferar de forma descontrolada, fazendo com que um tumor maligno se desenvolva.

O câncer de pulmão é um dos tipos de neoplasia que pode desenvolver metástase, ou seja, se espalhar para outras partes do corpo levando a doença a outros órgãos.

Quais as causas?

O principal fator de risco para o desenvolvimento de câncer de pulmão é o tabagismo. Um único cigarro possui mais de 4000 substâncias tóxicas, sendo diversas delas cancerígenas. Por isso, 90% dos casos da doença ocorrem em fumantes ou ex-fumantes.

A neoplasia atinge com mais frequência homens, mas os números de casos em mulheres têm tido um crescimento considerável ao longo dos anos.

Apesar de extremamente raros, alguns outros fatores além do tabagismo podem levar ao câncer de pulmão (os outros 10%). Entre eles estão doenças pulmonares e a poluição, por exemplo.

Sintomas e Diagnóstico

Os sintomas mais comuns de câncer de pulmão são:

- Tosse constante (muitas vezes com presença de sangue);

- Falta de ar;

- Dor no peito (dor torácica);

- Perda de peso considerável;

- Cansaço.

A parte difícil para o paciente é identificar esses sintomas como “sintomas propriamente ditos” e receber um diagnóstico precoce, uma vez que, para fumantes, eles se assemelham muito com o “dia a dia”. Uma pessoa que fuma sente falta de ar e pode tossir muito mais do que um não fumante. Por isso a importância de visitar um médico especialista regularmente.

Para iniciar o diagnóstico são necessários exames de imagem, como radiografia e tomografia computadorizada. Havendo alguma alteração nesses exames, o médico costuma solicitar uma biópsia para determinar o tipo de câncer e seu estágio.

O câncer de pulmão pode ser dividido em dois grandes grupos: carcinoma de pulmão de não pequenas células e carcinoma de pulmão de pequenas células. De maneira simples, eles se diferem pelas respostas aos tratamentos e por associações a outras patologias.

Tratamento

O primeiro passo para iniciar o tratamento de um câncer de pulmão é identificar, como dito acima, qual tipo de câncer o paciente possui, onde exatamente ele está localizado e qual o seu estágio. Com todos esses dados em mãos, o médico especialista pode, junto com o paciente, definir o melhor plano estratégico de tratamento.

Alguns casos, se detectados precocemente, podem ser tratados cirurgicamente. Apesar de não ser comum identificar a doença no estágio inicial, os resultados desse tipo de tratamento são bastante satisfatórios com grandes chances de cura. Para os pacientes com a doença mais avançada, os tratamentos podem envolver radioterapia e quimioterapia (muito conhecidos quando se fala em câncer).

Durante o processo de quimioterapia, o sintoma mais comum entre os pacientes é o cansaço ou fadiga. Sendo esse um efeito colateral, mesmo que o paciente passe o tempo todo sentado ou deitado, não há melhora. 
Ocorre exatamente o inverso: quanto mais tempo o paciente permanece parado, mais perde massa muscular e condicionamento, tornando as atividades de vida diária e esforços antes realizados com desenvoltura, mais penosos. 
Por isso, a presença de um profissional capaz de dosar o esforço individualmente torna-se muito importante. 

Mas é importante lembrar que o tratamento do câncer de pulmão vai além das opções citadas: ele sempre vai consistir em um tratamento multidisciplinar. Isso quer dizer que não apenas o médico oncologista estará envolvido no processo, mas também fisioterapeutas, psicólogos e outros profissionais que atuam em programas de reabilitação oncológica, física e reabilitação respiratória.

Na EVOLUA, os pacientes em tratamento de câncer de pulmão podem encontrar dois programas que são fortes aliados nesse processo.

O EVOFORCE é indicado para quem realiza quimioterapia e radioterapia por um longo tempo. O programa consiste em trabalhar a reabilitação física do paciente que tem a sua estrutura bastante afetada pelos tratamentos. O objetivo é manter o corpo o mais saudável e forte possível durante o período.

Outro fator que atinge bastante os pacientes com câncer de pulmão é a dificuldade em respirar, o que acaba afetando as mínimas atividades diárias, como tomar um banho ou lavar uma louça. O EVOQUALI consiste em um programa de reabilitação de disfunções cardiorrespiratórias que busca, por meio de uma combinação de tratamentos, amenizar esses sintomas.

Prevenção

Parar de fumar, com certeza, é o melhor remédio. E o quanto antes. Independentemente de quanto tempo a pessoa fumou, sempre é possível encontrar benefícios no ato de deixar o tabagismo.

Mas, por se tratar de um vício, nem sempre é tão fácil “largar” o cigarro. Um bom jeito de começar esse caminho é visitar um médico regularmente e buscar ajuda para tornar-se um ex-fumante.

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Responsável técnica

Luciana Gardin
Fisioterapeuta Coordenadora
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