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A bronquite é um distúrbio respiratório que causa a inflamação dos brônquios. O paciente acometido pelo transtorno pode apresentar produção de muco nos brônquios, tosse, respiração com chiado e falta de ar. Na forma aguda, a doença se manifesta por poucos dias. Já a forma crônica pode perdurar por meses e até anos, com agravamento de sintomas se não for tratada com eficiência.

O que é?

As doenças respiratórias são mais recorrentes quando há diminuição da temperatura e da umidade do ar. Elas começam a se agravar durante o outono, quando o tempo começa gradualmente a ficar mais frio e seco.

A gripe, a rinite, a asma, a bronquite, entre outras doenças respiratórias, costumam se manifestar com mais intensidade nesse período. A bronquite, seja aguda ou crônica, é a inflamação dos brônquios – canais respiratórios que levam o ar para os pulmões. A doença acomete mais de dois milhões de pessoas só no Brasil.

O bloqueio dos brônquios se dá pelo acúmulo de muco, que acaba limitando a chegada de oxigênio até os pulmões. Isso pode desencadear uma série de agravantes como tosse incessante, falta de ar e até redução dos níveis de oxigênio nos órgãos do corpo.

A inflamação dos brônquios pode ser acarretada por uma série de fatores. Na bronquite aguda, o paciente pode ser  acometido por uma infecção viral causada por resfriado ou gripe ou por bactérias. A poluição também é um fator que contribui para o surgimento desse tipo de doença que, comumente, costuma perdurar por poucos dias.

Já a bronquite crônica, como o próprio nome sugere, pode se estender por meses e até anos. O fator desencadeador dessa condição está associado ao tabaco, à poluição e a substâncias que podem causar alergia.

Grupo de risco

Tanto a bronquite aguda, quanto a bronquite crônica podem se manifestar em qualquer pessoa, independentemente da idade ou sexo. Porém, o primeiro tipo de bronquite é mais comum em crianças de até cinco anos. Já a bronquite crônica aparece mais em indivíduos com idade superior a 50 anos.

Sintomas

Apesar de se diferenciarem quanto ao período em que perduram no organismo de cada paciente, ambas possuem os mesmos sintomas. No caso, tosse seca com produção de catarro, falta de ar, respiração sibilante, dificuldade para dormir, fadiga, febre, mal-estar e dor no peito. 

Contudo, algumas ligeiras particularidades podem ser notadas. Na bronquite aguda, o paciente poderá manifestar rouquidão, febre baixa, dor de cabeça e de garganta. Já na crônica, pode ser acompanhada por chiado e tosse com muco, que se intensifica na hora de dormir.

Essa última, por sua vez, se não for tratada adequadamente, poderá evoluir para uma doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

Tratamento

Sabendo do transtorno que a bronquite pode acarretar aos seus pacientes, a Evolua criou um programa de reabilitação de disfunções cardiorrespiratórias. Trata-se do EVOQUALI, indicado para quem sofre, sobretudo, de problemas crônicos que comprometem o coração e os pulmões. Nele o paciente é submetido a uma série de técnicas que impedem os agravamentos dos sintomas associados com tais transtornos e a um programa de exercícios que previne novas exacerbações da doença.

No caso de inflamação dos brônquios, técnicas específicas auxiliam no controle da respiração, na expectoração e, consequentemente na melhora da passagem do ar pelos brônquios. 

Exercícios específicos podem ser ensinados ao paciente, de maneira que esse não dependa da presença de um profissional sempre que se sentir cansado e precisar expectorar.

Após a fase aguda da doença, com a reversão dos sintomas mais limitantes, uma segunda fase da reabilitação é iniciada. Nessa fase, o paciente começa a ser submetido a esforços cuidadosamente personalizados, através de exercícios de características aeróbias, como caminhar, pedalar, subir degraus etc.

Além do programa de reabilitação e do uso de medicamentos receitados pelo médico especialista quando necessário, o paciente poderá ajudar na prevenção de complicações com uma série de medidas como:

  • Beber água constantemente, contribuindo para a eliminação do muco, além de prevenir a desidratação;
  • Higienizar as mãos: fundamental para combater a propagação de vírus e bactérias causadoras de disfunções respiratórias;
  • Evitar qualquer tipo de contato com fumaça de cigarro: fundamental para não agravar os quadros de bronquite;
  • Praticar exercícios de forma regular, tais como natação. As atividades físicas ajudam a diminuir os sintomas da bronquite, já que estimulam diretamente o sistema respiratório.

Por fim, deve-se evitar o contato com alérgenos, como poeira (ácaro), pelo de animais, etc. Tais substâncias são fatais para o aparecimento dos sintomas associados à inflamação dos brônquios.

É importante ressaltar que, durante uma crise, o paciente deve se acalmar para evitar crises de ansiedade que, por vezes pode ser um dos fatores contribuintes para que haja internação hospitalar. 

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Responsável técnica

Luciana Gardin
Fisioterapeuta Coordenadora
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