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O que é?

Dentre as doenças respiratórias, a asma é uma das mais comuns. Segundo levantamento apontado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 300 milhões de pessoas ao redor do mundo sofrem com essa doença crônica. Só no Brasil, mais de dois milhões de pessoas por ano são acometidas pela asma. Inclusive, muitas não se dão conta do problema, e costumam confundir a asma com a bronquite, outro transtorno respiratório bastante recorrente e similar nos sintomas.

Enquanto a bronquite se caracteriza pela inflamação das vias respiratórias, a asma corresponde ao afilamento das mesmas vias. Uma crise asmática ocorre após algum tipo de estímulo ou exposição a um alérgeno. Em virtude disso, as substâncias desencadeadoras do ataque fazem com que os músculos dos brônquios (bronquíolos) se contraiam. A falta de ar recorrente desse problema se deve a esse estreitamento.

Apesar de não ser contagiosa, a doença pode ser herdada dos pais que sofrem com o problema. Além do mais, esse tipo de inflamação das vias respiratórias não tem cura, porém possui tratamento.

Tipos de asma

A asma pode ser classificada em três tipos. A mais comum se refere aos pacientes que sofrem periodicamente com falta de ar quando expostos a alguma substância alérgena. A inflamação dos bronquíolos também pode ser desencadeada durante atividades físicas, sendo que as crises geralmente ocorrem durante a prática de exercícios.

Por fim, a asma ocupacional se manifesta durante o trabalho. Muitas pessoas desenvolvem a doença quando expostas às substâncias comuns em linhas de produção e construção civil, tal como serragem, pó de cedro, etc.

Independentemente do tipo, a asma também pode ser dividida por estágios, de acordo com a regularidade e agravamento do problema, sendo eles:

- Grau 1: as crises são irregulares, com pouco menos de uma por semana;

- Grau 2: os sintomas aparecem com maior regularidade semanal, só que com apenas uma crise diária;

- Grau 3: os problemas desencadeados pela asma já começam a afetar a rotina do paciente, com manifestações diárias dos sintomas;

- Grau 4: a asma persistente grave é contínua e as atividades do dia a dia são reduzidas por conta da doença.  

Causas

Não há um consenso na literatura médica sobre as causas da asma. Sabe-se apenas que ela é desencadeada por substâncias externas responsáveis pelo afilamento das vias respiratórias. Ácaros, pólen, fungos, resíduos de insetos, pelos de animais de estimação, tabagismo, poluição e correntes de ar frio são os principais fatores que geram crises de asma.

Sintomas

A asma é uma doença crônica grave, pois ela limita a respiração. Além da falta de ar, a pessoa acometida pela condição tende a apresentar tosses com catarro durante a noite, respiração sibilante e peito com chiado. Tais sintomas geralmente se manifestam com a exposição a um agente externo causador das crises.

Tratamento

Sabendo dos alérgenos, o paciente deverá evitá-los em qualquer hipótese. Se a crise aparecer, alguns procedimentos podem contribuir para a rápida melhora do doente. Por isso mesmo a Evolua desenvolveu um programa de reabilitação para disfunções cardiorrespiratórias: o EVOQUALI

Essa metodologia contribui para que o paciente receba uma reeducação para momentos em que a doença se manifesta de forma mais aguda. Por meio de técnicas de respiração e postura, a crise asmática pode ser amenizada sem qualquer estado de pânico ou ansiedade. O profissional também irá realizar um redirecionamento físico, que concerne na prática de atividades apropriadas que irão evitar a perda da força muscular.

Ademais, existem medicamentos específicos para a inflamação das vias respiratórias que podem ser associados ao tratamento. O uso de corticoides e de broncodilatadores (conhecidos também como "bombinhas") são essenciais. Para evitar crises por agentes alérgenos, os médicos indicam anti-histamínicos. Alguns métodos naturais também podem surtir efeitos, se realizados em paralelo com os tratamentos recomendados por médicos.

A fisioterapia respiratória, e a prática regular de exercícios físicos orientados por um profissional são imprescindíveis para quem sofre com os problemas derivados da asma. Portanto, a qualquer sinal do problema, procure um pneumologista de confiança e, em hipótese alguma, se automedique.

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Responsável técnica

Luciana Gardin
Fisioterapeuta Coordenadora
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